segunda-feira, 25 de maio de 2009

Parque de Santa Catarina

Em 1837 a Câmara Municipal do Funchal, dando cumprindo as disposições do Decreto de 21 de Setembro de 1835 – que estabelecia a obrigatoriedade das câmaras terem um cemitério público –, adquiriu uma parcela de terreno numa parte da área hoje ocupada pelo parque para criar um cemitério. O Cemitério de Nossa Senhora das Angústias ali funcionou até 1939, ano em que se começou a transferência para São Martinho, onde actualmente se encontra o cemitério da cidade. Em 1946 a câmara comprou uma segunda parcela de terreno; nessa altura iniciaram obras de estruturação do parque, com a junção das duas parcelas, tendo as obras sido concluídas em 1966.No Parque de Santa Catarina é possível encontrar várias esculturas, assim como uma capela.

O lume novo dos lares



►No tempo dos nossos avós, o lume ardia na lareira todo o santo dia pela noite dentro ficava jacente no borralho, não se fosse extinguir, porque era um bem precioso! Manhã cedo, a dona de casa com fortes sopradas fazia renascer das brasas. Cobertas por um montão de cinza, o lume novo que se alteava, consumindo vorazmente as acendalhas de urze seca. Às vezes, esta tarefa era confiada a uma das filhas mais crescidas que, a custo de lágrimas provocadas pelo fumo era o apetite para as refeições do dia, que o estômago vazio reclamava.

O Espírito Santo



►No decurso dos Domingos de Páscoa, em pleno despontar de Primavera que enche de cores os campos e de sons os ares, saem da igreja paroquial em cortejo vivo e alegre, as Insígnias Pascais que vão levar às famílias cristãs, dispersas pelas Fajãs e Achadas, Lombos e Vales, a sempre grata recordação que o Senhor Jesus ressuscitou e está vivo e que esta presença é perpetuada pela acção do Divino Espírito Santo que ilumina, actua e cura o povo de Deus.

História e Monumentos de São Vicente




*Carregue na direita da apresentação, para próximo e esquerda para anterior.

A Festa do Calhau



►Era habitual montarem barracas com comes e bebes, porque antes esta zona litoral estava desprovida de restaurantes e snack-bares eram inexistentes. Nesta festa as pessoas traziam os instrumentos, tocavam e bailavam pela noite dentro. E, porque é a festa do Calhau, ruidosa e divertida da gente que vai e vem, o povo da freguesia anfitriã vem ver e por cá fica. Alguns ficam a noite inteira, como se tivessem incumbidos de fazer o censo dos que por aqui passam. Hoje em dia esta festa já não existe, a que se mantém é a festa da Vila de São Vicente.




História e Monumentos de São Vicente



















*Carregue no lado direito da aplicaçao para próximo dispositivio, e esquerdo para anterior.


Reza a história que a Quinta das Cruzes foi a última residência de João Gonçalves Zarco, descobridor da Madeira e primeiro Capitão Donatário do Funchal. Nos jardins, para além da bela colecção de árvores e arbustos, há um interessante núcleo arqueológico onde se pode ver parte do primitivo pelourinho do Funchal (princípio do século XVI), pedras tumulares e uma antiga pedra de armas da cidade. O jardim possui espécies indígenas da ilha e integra a rede de Jardins Botânicos da região. No centro do jardim estão expostas duas belas janelas manuelinas do séc. XVI. A colecção de orquídeas exóticas é um dos seus grandes atractivos.