segunda-feira, 18 de maio de 2009

Lenda de São Vicente



►Fala de duas crianças, filhas de pastores que levavam a vaquinha a pastar para as margens da ribeira. À Beira mar havia uma lagoa e dentro dela aparecia um barquinho e um jovem bonito que lhes acenava e os convidava para brincar. As duas crianças passavam o dia na brincadeira, isto repetia-se várias vezes, até que um vizinho informou os pais o que acontecia.

►Os filhos contaram o que acontecia na lagoa e os seus pais pensaram que era algo maligno e contaram ao Vigário da Freguesia. Foram até ao local com o padre, este leu uma oração e deitou água benta sobre o menino. Este transformou-se numa estátua. Levaram em procissão a estátua para a igreja, mas esta voltava sempre ao lago. Então as pessoas colocaram o Santo numa gruta à Beira mar.





Receita: Carne Vinho e Alhos

Ingredientes
.400 g de carne de porco (pá)
.400 g de carne de vaca
.5 dentes de alho
.2 cebolas
.3 tomates
.2 dl de vinho
.2 colheres de sopa de banha
.2 pimentas da terra
.1 ramo de segurelha

Tempere a carne de porco na véspera com as ervas aromáticas, o vinho as cebolas, as pimentas e os alhos esmagados.
No outro dia, envolva-lhes a carne de vaca e deixe marinar por mais 30minutos. De seguida, leve um tacho ao lume com a banha.
Quando estiver quente adicione as carnes escorridas e deixe corar. Regue então com o líquido da marinada e baixe o lume.
Tape o tacho e deixe cozinhar, em lume brando por uma hora. Durante a cozedura, mexa e se necessário acrescente água, entretanto descasque as batatinhas e coza-as em água temperada de sal.Sirva com a carne

segunda-feira, 11 de maio de 2009






*clique na direita da apresentação para frente, e esquerda para trás.

Receita: Carne da Noite

Ingredientes:
.1 kg de carne de porco
.2 dl vinho da terra
.1 ramo de segurelha
.1 folha de louro
.2 pimentas da terra
.1 abóbora tenra
.1 colheres de sopa de banha
.sal q.b.

Corte a carne em pedaços e tempere com o vinho, segurelha, alho, pimenta, louro e sal.
Deixe tomar o sabor dos temperos por 30 minutos.
Passado este tempo, leve um tacho ao lume, com a banha e quando estiver bem quente, junte os pedaços de carne com os temperos, excepto o vinho. Depois de bem corada, refresque com o vinho e baixe o
lume.
Tape e deixe cozinha, em lume brando, por 1 hora. Passado esse tempo sirva a carne guarnecidacom a abóbora tenra cozida em água temperada de sal.
Jardim Botânico

Nas suas áreas ajardinadas, superiores a 35.000m2, mais de 2000 plantas exóticas, oriundas de todos os continentes convivem e encontram-se tão bem adaptadas como no seu ambiente de origem. Mas atendendo à crescente perda de biodiversidade e de habitats a nível mundial, este jardim tem vindo a tornar-se num pólo de ciência e cultura, com vista à conservação das plantas ameaçadas de extinção. Quer seja amante da natureza, botânico ou turista, se deseja dar uma volta ao mundo pelo reino vegetal, conhecer um Museu de História Natural e um Herbário, visite este jardim que se situa no Caminho do Meio, no Funchal. Encontra-se aberto todos os dias das 09:00 às 18:00.

Jardim dos Loiros

Este jardim está situado junto à Quinta do Bom Sucesso (Jardim Botânico). Percorrê-lo é como fazer um safari pelo mundo colorido dos papagaios.

Jardim Panorâmico

O Jardim Panorâmico está localizado em plena zona turística do Funchal, situando-se entre o Passeio Público Marítimo e a Estrada Monumental, no sítio da Ajuda.A vegetação existente foi agrupada em quatro temáticas distintas: Flora Indígena do Litoral, Flora Indígena de Média Altitude, Cactos e Suculentas e Zona Tropical.Oferece uma magnífica vista panorâmica sobre o Atlântico.



Parque Ecológico do Funchal

Este parque estende-se por uma área de cerca de 1.000 hectares. A existência de diferenças consideráveis de altitude, conjugada com os vários cursos de água, leva a que o Parque possua uma flora indígena bastante variada que tem vindo a ser reforçada com a plantação de árvores como o Til (Ocotea foetens), o Loureiro (Laurus azorica), o Vinhático (Persea indica) e o Barbusano (Apollonias barbujana). Nas zonas mais altas do Parque prosperam formações arbustivas, com predomínio da Urze Molar e da Uveira da Serra (Vaccinium padifolium). Entre os 1550 e os 1600m, sobrevivem os dois últimos núcleos de Sorveiras. A Sorveira ou Tramazeira (Sorbus maderensis) é um endemismo madeirense muito raro. No campo da avifauna podemos encontrar uma percentagem bastante representativa das espécies nidificantes no Arquipélago da Madeira. O Parque Ecológico do Funchal desenvolve acções nos campos da Conservação da Natureza, da Educação Ambiental e da Criação de Espaços de Recreio e Lazer para a população residente e visitantes. Um outro motivo de atracção, pela sua singularidade no património cultural madeirense, é o Poço da Neve, reservatório que em tempos servia para guardar gelo.




Parque Municipal do Monte

O parque do Monte ou Parque Leite Monteiro é o jardim municipal que se situa a uma maior altitude, 550m. Estendendo-se por uma área de 26.000m2. o parque encontra-se coberto por muitas espécies indígenas e exóticas e com algumas árvores centenárias. Este local caracteriza-se por uma frescura repousante, para a qual contribui o ribeiro que aí passa caindo em cascata na zona mais a sul. À entrada, o Largo da Fonte, sombreado por grandes plátanos, possui um coreto e a Fonte da Virgem que contém um nicho com a imagem de Nossa Senhora do Monte.

As levadas das Ginjas, em São Vicente, são visitadas especialmente por turistas, mas algumas pessoas da região também o fazem, por diversão e por gosto, embora também sejam utilizadas para alimentar os animais e para rega. Algumas pessoas vão pelas levadas para tirar fotografias, algumas vão para as suas fazendas e outras vão para fazer exercício, mas são um pouco perigosas. Durante a viagem podemos ver a Floresta Laurissilva e alguns animais.

Entrevistas aos residentes/comerciantes da 1ª Lombada, Sítio das Varandas e Sitio do Tanque

1ªLombada:

Entrevista à Sr.ª Conceição
(comerciante)


1- Onde se localiza a sua mercearia? Na 1ª Lombada
2- Porquê que escolheu este sítio para fundar o negócio? Porque já cá estava.
3- Acha que é um bom sítio? Sim.
4- Aconselha alguém a vir viver para aqui? Sim.
5- Porquê? Porque isto é uma maravilha.


Entrevista ao Sr. Avelino
(comerciante)

1- Onde se localiza a sua mercearia?
Na 1ª Lombada.
2- Porquê que escolheu este sítio para fundar o negócio?
Porque já cá estava o edifício.
3- Acha que é um bom sítio? Sim.
4- Aconselha alguém a vir viver para aqui? Sim.
5- Porquê? Porque é sossegado e cada vez mais porque a população tem vindo a diminuir.


Entrevista à Srª: Gilda
(residente)

1- Acha a 1ªlombada um bom sitio para se viver? Sim, para quem gosta.
2- Porquê? Porque gosto e também nasci aqui.
3- Aconselha a 1ªlombada a outras pessoas, para virem viver para cá? Aconselhar não aconselho, mas quem quer vir que venha.































Sítio das Varandas:
Entrevista à Srª: Luísa
(residente)

1- Acha o sitio das Varandas, situado na 1ªLombada, um lugar bom para viver? Sim.
2- Porquê? Porque tem uma boa vista para o Tanque (mar).
3- Aconselha as varandas a outras pessoas para viverem cá? Sim.
4- Porquê? Porque não há outro lugar melhor que este.

Entrevista à Srª: Laura
(residente)


1- A quanto tempo reside aqui? 17 anos.
2- Acha o sitio das varandas um bom sitio para se viver? Não.
3- Porquê? Porque é um sitio muito parado.
4- Aconselha as varandas a outras pessoas para viverem cá? Não.
5- Porquê? Porque não há evolução em nada.























Sítio do Tanque:

Entrevista à Srª:Zita
(residente)

1- A quanto tempo reside aqui? 12 anos.
2- Acha o tanque um bom sitio para se viver? Depende.
3- Porquê? Porque eu não gosto.
4- Aconselha o tanque a outras pessoas, para viverem cá? Aconselhar não aconselho mas quem quer vir que venha.

Entrevista a Srª: Gorete
(Dona de uma casa museu fundada no tanque)


1- Porquê que escolheu o tanque para fundar o seu negocio?
Porque era onde já havia esta casa, que transformei num museu.
2- Acha que é um bom sítio? Sim.
3- Aconselha alguém a vir fundar um negócio aqui? Sim.
4- Porquê? Porque aqui é a entrada da Ponta Delgada, se pode-se assim dizer, então logicamente que terá mais afluência para o negócio.

Entrevista ao Sr: José Maria
(contador das historias do nosso trabalho)


1- As historias que contou sobre a Ponta Delgada, eram verídicas?
Penso que sim.
2- Quem e que lhe contou essas historias? As pessoas que eram mais velhas antigamente contavam histórias aos mais pequenos porque não havia essas tecnologias que há agora.
3- Essas historias vão passando de geração em geração? Sim.
4- É costume na sua família contarem historias quando estão todos reunidos? Sim.
5- Gosta de viver no tanque? Sim.
6- Aconselha o tanque a outras pessoas, para virem viver para cá? Sim.